Angola reafirmou, em Genebra, Suíça, a aposta no multilateralismo como meio privilegiado para enfrentar os problemas internacionais.
A posição do país foi manifestada pelo ministro das Relações Exteriores, Manuel Augusto, durante a 40ª sessão do Conselho dos Direitos Humanos e no Debate de Alto Nível sobre Direitos Humanos e o Multilateralismo.
“É uma das principais bandeiras da política externa da Angola e está acolhido na Constituição”, afirmou o chefe da diplomacia angolana que encabeça uma delegação multissectorial.
Em Genebra desde domingo, 24, Manuel Augusto sublinhou que a ONU, as organizações regionais e sub-regionais constituem-se nos fóruns com maior legitimidade para assegurar a tomada de decisões sobre os complexos desafios que se colocam à humanidade.
Neste quadro, o governante angolano realçou a conclusão das negociações do Pacto Global sobre Migrações (GCM), um importante acordo negociado sob os auspícios das Nações Unidas.
O entendimento abarca todas as dimensões da migração internacional de maneira abrangente.
De igual modo, disse, a União Africana, realizou a sua 32ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo, sob o tema geral, “Refugiados, repatriados e pessoas deslocadas internamente, em busca de soluções duradouras para o deslocamento forçado em África”.
Angola assume desde o início deste ano a coordenação das questões de direitos humanos dos países do Grupo Africano, representados no Conselho dos Direitos Humanos, uma área relevante no contexto da agenda política mundial.
Angop